A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania promoveu, nos dias 28 e 29 de maio, capacitação voltada aos servidores da área da saúde com o tema “A erradicação do trabalho infantil e o papel da Atenção Primária à Saúde na identificação, notificação e encaminhamento de casos de trabalho infantil”.
A atividade foi conduzida pela coordenadora das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepeti), Thallita Braga, e teve como objetivo fortalecer a rede de proteção às crianças e adolescentes do município, ampliando a capacidade dos profissionais de saúde para identificar situações de trabalho infantil, realizar os encaminhamentos adequados e atuar como multiplicadores de informação junto à comunidade.
Durante os dois dias de capacitação, os participantes tiveram a oportunidade de discutir a temática, compartilhar experiências e aprofundar conhecimentos sobre os impactos do trabalho infantil, promovendo reflexão sobre a importância da prevenção e do enfrentamento dessa violação de direitos.
O município, por meio das ações do Aepeti, vem desenvolvendo atividades permanentes de conscientização e mobilização social, incluindo palestras, campanhas educativas, orientações e ações intersetoriais voltadas à prevenção e ao combate do trabalho infantil.
As iniciativas buscam sensibilizar a população, fortalecer a rede de proteção e garantir os direitos de crianças e adolescentes. De acordo com Thallita Braga, o combate ao trabalho infantil depende do envolvimento da população unaiense.
“O trabalho infantil é crime e deve ser combatido por toda a sociedade. A informação é uma das principais ferramentas para prevenir e enfrentar essa violação de direitos. Denunciar é um ato de proteção e responsabilidade social”, assinalou a coordenadora.
Casos suspeitos ou confirmados de trabalho infantil podem ser denunciados diretamente ao Conselho Tutelar, por meio do Disque 100 (telefone nacional dos direitos humanos), ou pelos canais de ouvidoria do Ministério Público do Trabalho (MPT). “Porque proteger crianças e adolescentes é dever de todos”, destacou Thallita Braga.
Fonte: ASCOM-PMU


